O Instagram é, actualmente, uma das principais redes sociais e pode gerar resultados muito positivos para os seus esforços de marketing digital. Na Gavinha já optimizamos as estratégias dos nossos clientes para esta nova realidade!

O crescimento acelerado do Instagram é um dos fatores que mais impressionam entre as redes sociais atualmente. A rede conta actualmente com 800 milhões de usuários em todo o mundo.

O aumento no uso por parte das empresas, faz antever que será a grande rede social dos próximos anos.

Com a evolução em novos recursos e novos formatos de anúncio, o Instagram promove uma maior proximidade entre seguidores e também a conexão deles com as marcas. De facto, o Instagram é hoje a rede social com mais dinâmica.

O futuro está nas Stories:

Esta incorporação do formato – Histórias – são uma das maiores tendências nas redes sociais.

Rápido, efémero e extremamente visual, o formato promove novas formas de se produzir e consumir conteúdo. Em contraste com os posts tradicionais, as Stories são fáceis de consumir, não exigem muito do cliente, e ao mesmo tempo, geram muita conexão.

O Instagram tem investido cada vez mais recursos para serem usados tanto pelos consumidores como pelos produtores de conteúdo…

Além disso, a possibilidade de inserir links (para perfis acima de 10 mil seguidores ou anúncios), receber respostas dos seguidores e acompanhar as métricas de cada História é extremamente valioso para marcas.

Os seus seguidores são os seus produtores:

É um facto que todas as marcas querem ter mais seguidores no seu perfil: Isso aumenta o alcance, atrai novos seguidores, promove mais interações e potencializa a relevância do seu perfil.

Mas já parou para pensar que os seus seguidores não são apenas números?

É necessário e de extrema importância ter uma estratégia de criação de conteúdo, realizado de forma profissional e metódica (saber mais em www.gavinha.pt)

Essa estratégia tem diversos pontos positivos:

  • funcionam como prova social;
  • mostra os seus seguidores como defensores da sua marca;
  • aproxima o contato entre seguidores e perfil;
  • aumenta a conexão nos posts;
  • aumenta a amplitude da marca e empresa.

Não corra o risco de desenvolver uma estratégia de comunicação digital de forma amadora, isso poderá ter um enorme impacto negativo na sua marca, sem se aperceber. Pode estar a criar uma comunidade digital em volta da sua marca que não condiz com os consumidores do seu produto ou marca.

Esteja em tempo real:

Até 2020, mais de 80% do tráfego online será gerado por vídeos. Pode parecer muito, mas a facilidade cada vez maior de se consumir vídeos e a acessibilidade desse tipo de conteúdo são atrações muito fortes.

Prova disso é que cada vez mais canais investem em vídeos nativos e o YouTube não para de crescer.

Nas redes sociais, vemos a produção audiovisual a ser cada vez mais valorizada. Nós, na Gavinha, desenvolvemos a estratégia dos nossos clientes sempre assente numa forte componente de audiovisual, sempre adaptada aos padrões e tendências do social media. Estamos sempre focados na aproximação das marcas ao público potencial cliente.

Vitrine e canal de vendas:

Muitas marcas já usam o Instagram como vitrine dos seus produtos, já que a rede tem um grande apelo visual. Além disso, as vendas estão em enorme crescimento por esta via.

No entanto, existe um forte indicativo que a rede vai profissionalizar ainda mais. Nos EUA, o Instagram já testa (em versão beta) uma integração com o Shopify que permite realizações de compras dentro do próprio aplicativo. Com o Pinterest já a oferecer essa possibilidade, a segunda maior rede social do mundo não quer ficar para trás.

O Instagram é a jovem promessa:

Em 2012 o Facebook comprou o Instagram por mil milhões de dólares (cerca de 700 milhões de euros). Na altura a aplicação tinha “apenas” 31 milhões de utilizadores diários e nada que se assemelhasse a um modelo de negócio. Agora o cenário é bem diferente.

O Instagram tem agora um mil milhões de utilizadores activos todos os meses. Aquela que inicialmente era uma app simples para partilhar fotos foi-se complexificando: passou a ter vídeos no feed, depois Stories, agora canais de TV. Se com as Stories “matou” o Snapchat, com os canais não vai provavelmente matar o YouTube (que é bem maior que mil milhões de utilizadores) mas poderá ser uma nova casa para criadores partilharem conteúdos ou um formato para instragammers aka influencers continuarem a espalhar as suas mensagens.

Com as rápidas mudanças que se vêm na aplicação e a tendência de crescimento que tem apresentado é provável que se intensifique a sua importância no negócio da Facebook INC – com o aumento dos modelos de publicidade disponíveis e a sua frequência que, aliás, já se verifica. Isto pode ser algo como tornar o Instagram mais Facebook, replicando um modelo de negócio com sucesso comprovado. Desde o momento da compra, a app para partilhar fotos em quadrado como era conhecida na altura, já valorizou 100 vezes – analistas dizem que vale 100 mil milhões de dólares – e prevê-se que continue a valorizar.

Apesar de geralmente vermos associadas a estas notícias headlines de que o Facebook está morto é preciso não esquecer que a composição da empresa é bem mais vasta, sendo a rede social azul apenas o produto desenvolvido e trabalhado há mais tempo daí que seja o mais rentável – marketeers, tudo a pensar no ciclo de vida de produto.

Saiba mais em www.gavinha.pt . Tenha ambição de crescer, defina uma estratégia de futuro e adapte a comunicação da sua marca ou empresa… Podemos ajudar,  solicite uma reunião info@gavinha.pt

 

Fontes: marketingdeconteudo.com / shifter.pt

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